Sempre escreveste ontem?
Não. Não escrevi e não escrevo
Ontem, hoje e amanhã.
Escrevo agora, só agora. Já
Agora, porque só agora
Este papel aceita a escrita.
Escrevo por mim, para ti.
Apenas para ti
Que és alguém e ninguém
És tudo, és nada
És o que não fui, o que não sou
És tu e apenas para ti
Escrevo.
És tu, apenas tu que lês
Qualquer poema aqui escrito
Não o repito
As palavras não se repetem
Neste espaço vazio
De ideias e sensações
Medos e corações
Partidas e chegadas
Mais longe e mais perto
Num acordeão de melodias
Que tocam baixinho
Mas que merda
Este vento forte
Que me leva as ideias
As palavras as sensações
Que me leva tudo, me leva nada
Sempre escreveste ontem?
Não foi ontem que escrevi
As palavras que ouviste
Da boca da beleza
Na voz da certeza
Que são tuas
Que são minhas
...
to be continued...
Não. Não escrevi e não escrevo
Ontem, hoje e amanhã.
Escrevo agora, só agora. Já
Agora, porque só agora
Este papel aceita a escrita.
Escrevo por mim, para ti.
Apenas para ti
Que és alguém e ninguém
És tudo, és nada
És o que não fui, o que não sou
És tu e apenas para ti
Escrevo.
És tu, apenas tu que lês
Qualquer poema aqui escrito
Não o repito
As palavras não se repetem
Neste espaço vazio
De ideias e sensações
Medos e corações
Partidas e chegadas
Mais longe e mais perto
Num acordeão de melodias
Que tocam baixinho
Mas que merda
Este vento forte
Que me leva as ideias
As palavras as sensações
Que me leva tudo, me leva nada
Sempre escreveste ontem?
Não foi ontem que escrevi
As palavras que ouviste
Da boca da beleza
Na voz da certeza
Que são tuas
Que são minhas
...
to be continued...

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